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Estive num show, há alguns dias, onde foi possível perceber a influência do celular na vida das pessoas atualmente. Praticamente todos, dos mais jovens aos mais experientes, estavam filmando, fotografando, gravando, enviando suas fotos, enfim, quase tudo menos falando nos seus pequenos aparelhos móveis... É isso, as pessoas querem celular para tudo: ouvir música, assistir TV, transferir arquivos, efetuar pagamentos, comprar e, por fim, utilizá-lo para falar. A principal tendência verificada nos últimos tempos, depois da rápida expansão da internet e das redes sociais, é a convergência, ou seja, a migração de diversos meios para o celular, principalmente com a chegada da banda larga, a terceira geração, que promete mais velocidade e amplia o consumo de conteúdos e torna a experiência muito mais rica e interessante, podendo acessar vídeos, notícias, jogos e músicas. O mesmo vale para acessar a web, e-mails e outras aplicações. A escolha dos aparelhos vai variar de acordo com o perfil de cada usuário, há os smartphones, com suas características de computador, mais indicados para executivos. Outros são verdadeiros equipamentos multimídia. Deve-se atentar, também, para a compra do pacote de dados das operadoras. No que se refere às ações de marketing, sua evolução ainda depende de uma série de fatores, entre eles, a atuação das operadoras. Nesta direção já verificamos projetos de sucesso implementados por algumas empresas, como o lançamento do Fiat Punto, feito primeiro nos celulares e depois em outros meios, a campanha do Hiperfundo Bradesco, com a Anna Hickman ligando para o seu celular, ou então o caso do Skol Beats, onde diversas informações sobre o festival eram enviadas via celular a quem adquiriu ingressos e, além disso, as pessoas podiam também contribuir previamente com o conteúdo, indicando shows e DJ’s que gostariam de ver na programação, integrando espaço físico, show, site via celular. De qualquer forma é importante ressaltar que, da base hoje de mais de 130 milhões de aparelhos no país, a grande maioria ainda é de convencionais, cujo principal uso é para recebimento de chamadas - tendo em vista que também são maioria os celulares pré-pagos - e uso para mensagens de texto, WAP - páginas simples. Vale ressaltar, no entanto, que a renovação do parque de aparelhos ocorre de forma veloz, sendo que 50% da base é trocada a cada dois anos, o que fará com que daqui a quatro anos, aproximadamente, a grande maioria dos celulares tenha acesso à internet. O grande desejo, com base em pesquisa realizada pelo Gartner Group, é poder acessar e-mails no celular, com 55% das citações, na seqüência está o compartilhamento de arquivos através de mensagem multimídia (MMS), com 51%, outros 43% buscam informações e 42% querem fazer downloads de músicas digitais, além de 40% que tem interesse em serviços bancários. O que há de novo, além disso, é a migração das buscas para a telefonia móvel, por exemplo, com a parceria do Yahoo com Vivo e Claro, para ser seu parceiro. O Google lançou diversos serviços como mapas e mensagens para o Orkut SMS além do Android. A Abril Digital, o estadão.com e o iG são outros exemplos que disponibilizaram seus conteúdos por SMS . E o que está por vir? A conversão da grande tendência “TUDO 2.0” para as bases móveis, ou seja, a interação entre usuários. Um dos maiores interesses vem por parte do UOL que procura ter o usuário como produtor de conteúdo. Essa junção de plataformas possibilita expressão usando várias ferramentas como vídeo, fotos, etc. O grande desafio, a meu ver, ainda é estabelecer formas criativas, funcionais e lucrativas de uso da publicidade em celulares. Fonte:Mundo do Marketing,Sandra Turchi.

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