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Não tem jeito, qualquer pessoa que usa o iPhone pela primeira vez fica encantada com o aparelho e suas funcionalidades - GPS, Touch Screen, navegação Web, App Store, Acelerômetro. Vale fazer uma pausa aqui. As primeiras pessoas que usaram este aparelho são formadoras de opinião, das altas classes sociais e com posição de destaque no mercado de trabalho, o que muda tudo quando o assunto é investimentos em marketing. Aqui está o “pulo do gato” para uma revolução que só está começando. Quando os profissionais do mercado publicitário - entende-se anunciantes, agências, veículos, incluindo do presidente ao estagiário - começam a usar o iPhone como o seu celular do dia-a-dia, todos “sentem na pele” o potencial absurdo de interatividade e branding que o aparelho permite. Neste momento, recordo o meu início na área de Web (pré-bolha), quando queríamos fazer websites e, em várias reuniões, recebíamos sonoros “nãos” de diretores de marketing, que falavam que não era importante ter um site Web para a marca deles, pois ninguém iria acessar (a grande verdade é que eles não acessavam a Web e, portanto, não viam muita importância nela). Sabemos que a realidade hoje é bem diferente: não conheço nenhum anunciante que não tenha um website e não acredite no crescimento deste meio. Mas, voltando ao iPhone, tão importante quanto o aparelho é a conexão. Aqui vale destacar o lançamento em massa das redes 3G das operadoras em 2008. Esse público classe A está acostumado a navegar em banda larga nas suas casas e escritórios e, portanto, não aguenta mais navegar na “Internet discada”. Junto com a velocidade, existem os pacotes de dados, no qual o usuário paga um valor fixo e navega à vontade (nota: se você não tem um pacote de dados, não use o iPhone, a chance de você ter que vender a geladeira para pagar a conta de telefone no final do mês é grande). Velocidade (além do 3G, não podemos esquecer da conexão WiFi), ótima experiência de navegação e mobilidade formam um tripé imbatível. Tanto que os hábitos estão sendo mudados. Eu, por exemplo, quando estou em casa e preciso acessar a Internet, utilizo o iPhone em 90% dos casos. Vários outros conhecidos fazem o mesmo. É muito mais fácil do que ir até o escritório, ligar o computador, abrir o browser etc. Dá até para ficar brincando na Internet, assistindo à TV, sem ter que ficar queimando as pernas com aquele notebook pesado em cima de você. O que falta, então, para este produto se massificar? A resposta, com certeza, é o preço, pois não podemos esquecer que moramos num País do Terceiro Mundo, ops… emergente. Atualmente, os especialistas falam em cerca de 500 mil iPhones no Brasil. Logo, logo, serão 1 milhão. Já existem, hoje, outros aparelhos similares de marcas como Samsung, G1, BlackBerry e Nokia que formam esta nova categoria, fora todos os futuros lançamentos, que tornarão a base ainda maior. E aí surge o ganho de escala, que permite uma queda drástica do preço. Veja por exemplo que, pouco tempo atrás, uma TV de LCD de 40 polegadas era quase o preço de um carro 1.0! Mesmo com “preços altos”, começam a surgir curiosidades. Recentemente, vi uma pesquisa na qual um jovem pertencente à classe C/D e que não possui computador próprio havia comprado um iPhone de segunda mão (já tem gente vendendo iPhone usado por menos de R$ 500,00). Questionado sobre o motivo da escolha do iPhone, a resposta foi a seguinte: “Pra que comprar um computador?… O meu iPhone é um celular (inclusive, já fiquei com algumas meninas por causa dele), um MP3 Player e um computador com acesso à Internet grátis. É só usar o WiFi ao lado de cafés com redes abertas!” Não tenho dúvida que, no médio prazo, a “categoria iPhone” será uma categoria massificada, levando a reboque a explosão da Internet Móvel. No Reino Unido, por exemplo, o número de acessos à Internet por meio de dispositivos móveis cresceu 25% no terceiro trimestre de 2008 em relação ao mesmo período do ano anterior. Outro estudo, realizado pelo Pew Internet & American Life Project, aponta que o celular será o principal meio de acesso à Internet em 2020. Daqui a pouco, não ter um site móvel será o mesmo que não ter um “site tradicional”. Ou você acha que um site feito para uma tela de 15 polegadas vai ficar 100% legal numa tela de 3″? Os portais de conteúdo estão se mexendo: lançaram suas versões para iPhone e já estão vendendo espaço publicitário. Para os anunciantes é muito interessante, pois, para quem ainda não sabe, as taxas de clique em banner no celular gira em torno de 5%, uma enormidade perto dos 0,1% médio do banner na Web. Em uma tela pequena, o banner é muito mais visível, já que percentualmente ocupa um espaço maior que na Web! Este é o cenário! As empresas que não estão preparadas já estão atrasadas e causam insatisfações em seus clientes. Infelizmente, ainda não consigo entrar no site do meu banco, porque o teclado virtual não funciona no iPhone. Enquanto eles não desenvolvem a solução, minha única saída é reclamar com o SAC, mas talvez o banco só vá se mexer quando o presidente tentar entrar no seu próprio site, pelo iPhone que ele ainda vai usar, e não conseguir. Fonte:Mundo do Marketing, Marcelo Castelo.

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