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Se já é conhecido, é passado. Inovação é resultado de processos e atitudes no pensar. Embora essa afirmação seja aceita nos diversos círculos que se envolvem com inovação, a práxis tem se mostrado totalmente desconectada desse fato conhecido. As propostas que pretendem desenvolver inovação investem apenas em máquinas e equipamentos, em conhecimentos, em aquisição de tecnologias, em títulos acadêmicos, ou seja, em insumos importantes, mas já-existentes. Não se cogita o Ainda-Não. Sequer se menciona os processos e atitudes da inteligência que acrescentam diferenças a esses insumos. Omite-se exatamente o que gera inovação. Mas esses insumos não fazem parte do conhecimento existente? Fizeram. Cada inovação exige que a inteligência se mobilize e se mova. Para que a inteligência não se ajoelhe diante do conhecimento existente ou de uma tecnologia consagrada, é preciso que o sujeito pensante (individual ou coletivo) se permita processos mentais que abrem outras possibilidades. Ao proceder assim, terá de lidar com atitudes mentais que possam estar brecando ou desmobilizando a intervenção transformadora. Quem quer que tenha inovações de qualquer natureza em seu crédito, terá percebido que o “salto inovador” resultou de uma variante na trilha mental que então percorria. Há quem atribua essas variantes ao acaso, isso não importa agora. Na maioria dos casos, a mídia e a comunidade profissional se encarregaram de alimentar-lhe a imagem de genialidade. O que cabe destacar é o persistente desprezo aos fenômenos cognitivos que desenvolvem inovação em qualquer campo. O foco das “materialidades visíveis” não constitui uma miopia exclusiva da cultura norte-americana, muito pelo contrário. Ela está presente na idolatria professada por algumas culturas “em desenvolvimento”, inclusive ou principalmente em nosso país. Fonte:Mundo do Marketing, José Leão de Carvalho

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