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A finlandesa Stonesoft está migrando para o mercado de multifuncionais. "Estamos desenvolvendo um IDS integrado ao firewall que será lançado no início de 2004", afirma o diretor de tecnologia Cássio Alcântara. A Aker Security Solutions, empresa brasileira especializada no desenvolvimento de firewall e VPN, incorporou serviços de controle e administração de rede na nova versão Firewall Aker 5.0, que dispõe de balanceamento de links e cluster ativo. A empresa desenvolveu o primeiro firewall nacional que é exportado para países como Rússia, Portugal e Polônia. As ferramentas de segurança multifuncionais ao mesmo tempo que facilitam o gerenciamento podem prejudicar a performance das máquinas. "Um único agente passa a ser monitorado, simplificando o processo", afirma o engenheiro de sistemas da Network Associates, José Antunes. A empresa lançou neste ano uma suíte que reúne vários produtos num só, juntando ao Antivírus, o Desktop Firewall e o Threatscan, que faz a verificação de vulnerabilidades no PC. De acordo com Antunes, o uso de IDS tende a crescer. "A fama de que o IDS gera falsos positivos foi quebrada. Hoje estas ferramentas são mais precisas e tendem a ser cada vez mais usadas", diz Antunes. Nas instituições financeiras, o ponto de vulnerabilidade mais visado pelos hackers é o cliente, com os golpes de clonagem de internet banking. "É como o antigo golpe da venda do bilhete premiado. Por isso a engenharia social é tão usada quanto a inteligência tecnológica", diz Costa, lembrando que além da tecnologia merecem atenção os processos e as pessoas da corporação. Outra ferramenta que auxilia no controle de fraudes são as chamada redes neurais. O sistema leva em conta o padrão de comportamento de usuários de bancos e telefonia móvel, por exemplo, e toda vez em que há um desvio de padrão é disparado um alerta para verificar qualquer possibilidade de irregularidade. Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), as perdas com fraudes contabilizaram no ano passado mais de R$ 150 milhões. A disseminação do conceito de programação segura é outro fator importante. "No desenvolvimento, a maior preocupação sempre foi funcionalidade e amigabilidade e não segurança. Isso tende a mudar", afirma o presidente da Open Communications Security, Carlos Alberto Costa. Segundo Costa, são cada vez mais freqüentes os ataques dirigidos a aplicativos. "Os hackers exploram qualquer vulnerabilidade; não se restringem à infra-estrutura", diz.     Fonte:Investnews - Gazeta Mercantil, Rosana Hessel e Crisitina Borges Guimarães  

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