Abr 22

Dentro de alguns dias teremos a estreia do site da Capri Equipamentos, aonde todos os clientes poderão acompanhar seus projetos e conferir toda a qualidade oferecida ao mercado.

Também saindo do forno o site da Industria da Imagem, empresa responsavel pelo programa N&O do SBT.

Esse site trará videos e todo conteúdo do programa televisivo.

Rogério Oliveira

written by roger

Abr 09

O Grupo Make, estará com suas atividades suspensas, neste feriado.

Retomaremos nossas atividades normais em 13/04, a partir das 08:00hs.

Boa Páscoa!

Rogério Oliveira

written by roger

Fev 26

O Grupo Make, sempre em busca de qualidade nos serviços esta abrindo mais uma vez o seu banco de talentos.

Buscamos você, que tem talento para comunicação, está sempre antenado no mundo, sabe o que quer, e aonde quer chegar, ou  não sabe nada, mas sabe que pode aprender tudo!

Envie seu CV para nós, agora, hoje, imediatamente!!!

atendimento@grupomake.com.br

Rogério Oliveira

written by roger

Fev 20

O GRUPO MAKE, INFORMA QUE ESTAREMOS FECHADOS NOS DIAS 23/02 E 24/02, DEVIDO AO FERIADO DE CARNAVAL.

RETOMAREMOS NOSSAS ATIVIDADES DIA 25/02 A PARTIR DAS 8:00hs.

Rogério Oliveira - grupo make

written by roger

Fev 19

A verdade é a melhor camuflagem.

Ninguém acredita nela!!!

Rogério Oliveira - grupo make

written by roger

Fev 12

Neste Brasil maravilhoso, escola e celeiro de tantas crises, confesso, estou igualmente entrando em crise, acho que perdi a validade, a auto-imunidade. A palavra crise tomou conta da mídia, da sociedade, do mundo. Não temos escapatória, aliás, não adianta fechar os olhos, ouvidos e a boca, a virulência das informações não perdoa nem os otimistas de plantão. Se omissos, corremos o risco de sermos tachados de alienados frente ao massacre midiático. Se entrarmos no clima de pessimismo, é de quem só vê o lado negativo.

Na falta de grandes noticias, de grandes movimentos culturais e políticos, de grandes iniciativas (o pré-sal já morreu), de projetos sociais, somos alimentados diariamente por informações constantes, via um universo de eruditos, do frentista ao motorista de táxi, além de todos os outros tipos viróticos de informação. Uma enxurrada de informações, na maioria negativas. Começam no café da manhã, informações sem hora para terminar, tendo inclusive, a capacidade de ofuscar todas as outras que naturalmente fazem parte do nosso cotidiano.

Antes de ser considerado reacionário, é bom deixar claro que não sou apologista de esconder ou manipular informações, no mínimo, pleiteio o equilíbrio das informações, sem a massificação do pessimismo que está tomada conta da sociedade. Gostaria de ver ações que gerassem motivação, planos, ainda que nem todos dêem certo, para que a sociedade e a classe empresarial pudessem investir em esforços imediatos, visando criar mais empregos, manter os atuais, dar tranqüilidade aos brasileiros mais do que penalizados pelas permanentes intempéries a que são submetidos.

Ainda que aparentemente existam varias crises, a nossa, a real, é a de empresários preocupados com a atividade e a sobrevivência. A “crise†que o governo esnoba e endossa aos países ricos. A crise social, mais uma. A crise da consciência, infelizmente uma prerrogativa em desuso. A crise da elite política preocupada com os seus conchavos geopolíticos. A crise da receita, preocupada em compensar uma eventual perda das receitas fiscal e tributaria. A crise dos grandes pensadores estratégicos do Brasil, preocupados em como justificar a continuidade de impostos, de achaques, de aumentos, todos na contramão das ações do mundo global. A crise existencial de como continuar pagando a educação e saúde dos nossos filhos. A crise de sobrevivência dos nossos aposentados.

Crise é endêmica, desde Dom. João VI, com maior ou menor intensidade, sempre esteve presente no nosso dia-a-dia, no momento está viva e tem que ser encarada pela sociedade como uma tempestade temporal para ser combatida de forma construtiva. Todos sem exceção têm um compromisso, lutar pela sua extinção, sem oportunismos, especulação ou demagogia.

Cabe ao governo reger uma mobilização a todos os níveis, sem populismo, sem espírito de palanque eleitoral, sem oportunismos, compromissado, sem querer levar vantagens, integrado aos meios de comunicação, divulgando ações estratégias capazes de debelá-la e, acima de tudo, ressaltar a complexa tarefa de demonstrar para a sociedade o seu real compromisso.

A mesma força midiática usada para divulgá-la deve ser usada para gerar otimismo, motivação, incentivando as organizações, a sociedade no desenvolvimento de modelos de desenvolvimento sustentável, modelos que se sobreponham às crises, não só as econômicas, mas também, as energéticas, de saúde, crises de valores, de violência.

Usando a analogia do futebol, tão ao gosto do nosso ilustre presidente, precisamos entender que cair de divisão não é o fim do mundo, desde que isso sirva de lição de Benchmark. Empresas e sociedade não podem mais ser administradas com improvisos ou ações populistas. Vamos transformar a crise num ato de cidadania. O momento não poderia ser mais propício para debater um novo modelo de desenvolvimento sustentável, empresas, governos e cidadãos, dispostos a contribuir, a minimizar seu impacto, mudando hábitos e criando novos paradigmas.

A crise econômica mundial, considerada a pior de todos os tempos, faz engrossar o coro generalizado dos descontentes. A sociedade reclama frente aos modelos do sistema econômico social e político, que não podem, não devem mais continuar. Não são adequados, são modelos egoístas, injustos, modelos com dois pesos e duas medidas, incapazes de enfrentar a maioria dos problemas sociais mais prementes da sociedade.

Torna-se necessário uma mudança, uma mudança que minimize a crescente desigualdade global de riqueza, da distribuição de poder, uma mudança coletiva, não somente de responsabilidade do governo, é hora de saber usar as múltiplas inteligências, e harmonizar os anseios da sociedade brasileira. Não temos um salvador, um Barack Obama, mas temos que acreditar que algo melhor pode estar por vir.

- Quase a metade dos empresários (46%), acredita que as medidas adotadas pelo governo brasileiro para contornar a crise são insuficientes; outros (30%) crêem que as medidas são consistentes e um terceiro grupo (24%) considera que elas privilegiam apenas alguns setores mais organizados. - Artigo extraído do portal HSM On-line de pesquisa feita pelo Fórum de Líderes Empresariais.

Não gostaria de terminar sem antes colocar uma questão a todos os que tiveram paciência para ler o meu artigo, não é futurologia, mas o que cada um de nós pode ou está fazendo? Mesmo sabendo que a grande maioria não tem poder para mudar os rumos da economia, aliás, nem somos escutados, como podemos participar usar o exercício da cidadania? Como podemos ter representatividade? No mínimo igual a que temos quando se trata de pagar as pesadas contribuições a que estamos sujeitos.

E nós homens de comunicação? Clientes. Como podemos contribuir para igualmente minimizar os riscos reais e especulativos, que assombram as nossas atividades? Entidades de classe, agências, veículos, homens de comunicação, está na hora de sentar, de refletir, de fazer propostas concretas. Senhores comunicadores vamos usar o prestigio pessoal, vamos sair da mídia elitista, dos grandes programas de auditório, vamos convocar as grandes figuras notórias do mercado e agir, temos que pensar um pouco menos no pessoal e pensar mais no coletivo, o Brasil agradece.

Não importa se vai aparecer a figura a ou b ou c, importa que temos uma causa, por sinal justa, Temos diante de nós uma nova realidade, uma nova bandeira, um novo desafio, temos também um espaço para novas oportunidades, talvez sem louros provavelmente com grandes resultados.

Fonte:Mundo do Marketing, Edmundo de Almeida.

written by roger

Fev 02

Todo mundo reclama dos call centeres. Muitas vezes com razão. Mas o horizonte de empresas que ainda atendem mal o consumidor pessoalmente é enorme. Restaurantes, companhias áreas, lojas de todos os tipos, cinemas, livrarias, supermercados, bancos, entre muitos outros, ainda estão longe de oferecer um atendimento satisfatório.

Não importa se a venda ou a experiência de um serviço ou bem é para a classe A, B, C, D ou E. Sempre há um problema. Até mesmo no segmento do luxo, onde o atendimento impecável e surpreendente é condição sine qua non para o sucesso. Mas é na média onde estão os principais problemas de atendimento. A grande pergunta é por quê?

Existem diversas respostas e depende de cada caso. Sendo radical, se há problemas de atendimento, está tudo errado na empresa. Se num restaurante um garçom errar, ele foi mal treinado. Se a comida demorou, faltou planejamento. É aqui onde está o centro da questão: Planejamento.

O atendimento se dá tanto na pré-venda quando no pós-venda. Logo, ele é a ponta de qualquer relacionamento com o consumidor ou cliente. Mas é uma das partes do planejamento mais negligenciada. Pensa-se em todos os Ps. Preço, praça, promoção e produto. Porém, esquecem de como entregar este produto através das pessoas. Se o atendimento é ruim, o consumidor não volta. É simples e você sabe disso.

Agora, por que insistem no mal atendimento? Falta um gerenciamento melhor do Marketing. Pouco se fala das pessoas que vendem bens e serviços quando falamos de Marketing. Elas são essenciais na venda e no relacionamento com o cliente. As empresas precisam capacitá-las e envolve-las.

Se uma empresa é incapaz de conquistar os seus funcionários, não vai conquistar o cliente. Aqui está mais um sinal de erro no planejamento. A cada dia que passa parece mais e mais que as companhias estão no piloto automático. Desenham os produtos e vendem. O atendimento fica relegado a segundo plano e acaba comprometendo todo o investimento de Marketing.

Em pleno século XXI, diante de tantas revoluções, do comércio eletrônico, falar que se o cliente não for bem atendido ele vai para a concorrência soa como algo de principiante. Mas é incrível como ainda existe profissionais de marketing e donos de empresas que ainda não abriram os olhos.

Fonte:Mundo do Marketing, Bruno Mello.

written by roger

Jan 29

Não tem jeito, qualquer pessoa que usa o iPhone pela primeira vez fica encantada com o aparelho e suas funcionalidades - GPS, Touch Screen, navegação Web, App Store, Acelerômetro. Vale fazer uma pausa aqui. As primeiras pessoas que usaram este aparelho são formadoras de opinião, das altas classes sociais e com posição de destaque no mercado de trabalho, o que muda tudo quando o assunto é investimentos em marketing.

Aqui está o “pulo do gato†para uma revolução que só está começando. Quando os profissionais do mercado publicitário - entende-se anunciantes, agências, veículos, incluindo do presidente ao estagiário - começam a usar o iPhone como o seu celular do dia-a-dia, todos “sentem na pele†o potencial absurdo de interatividade e branding que o aparelho permite.

Neste momento, recordo o meu início na área de Web (pré-bolha), quando queríamos fazer websites e, em várias reuniões, recebíamos sonoros “nãos†de diretores de marketing, que falavam que não era importante ter um site Web para a marca deles, pois ninguém iria acessar (a grande verdade é que eles não acessavam a Web e, portanto, não viam muita importância nela). Sabemos que a realidade hoje é bem diferente: não conheço nenhum anunciante que não tenha um website e não acredite no crescimento deste meio.

Mas, voltando ao iPhone, tão importante quanto o aparelho é a conexão. Aqui vale destacar o lançamento em massa das redes 3G das operadoras em 2008. Esse público classe A está acostumado a navegar em banda larga nas suas casas e escritórios e, portanto, não aguenta mais navegar na “Internet discadaâ€. Junto com a velocidade, existem os pacotes de dados, no qual o usuário paga um valor fixo e navega à vontade (nota: se você não tem um pacote de dados, não use o iPhone, a chance de você ter que vender a geladeira para pagar a conta de telefone no final do mês é grande).

Velocidade (além do 3G, não podemos esquecer da conexão WiFi), ótima experiência de navegação e mobilidade formam um tripé imbatível. Tanto que os hábitos estão sendo mudados. Eu, por exemplo, quando estou em casa e preciso acessar a Internet, utilizo o iPhone em 90% dos casos. Vários outros conhecidos fazem o mesmo. É muito mais fácil do que ir até o escritório, ligar o computador, abrir o browser etc. Dá até para ficar brincando na Internet, assistindo à TV, sem ter que ficar queimando as pernas com aquele notebook pesado em cima de você.

O que falta, então, para este produto se massificar? A resposta, com certeza, é o preço, pois não podemos esquecer que moramos num País do Terceiro Mundo, ops… emergente. Atualmente, os especialistas falam em cerca de 500 mil iPhones no Brasil. Logo, logo, serão 1 milhão. Já existem, hoje, outros aparelhos similares de marcas como Samsung, G1, BlackBerry e Nokia que formam esta nova categoria, fora todos os futuros lançamentos, que tornarão a base ainda maior. E aí surge o ganho de escala, que permite uma queda drástica do preço. Veja por exemplo que, pouco tempo atrás, uma TV de LCD de 40 polegadas era quase o preço de um carro 1.0!

Mesmo com “preços altosâ€, começam a surgir curiosidades. Recentemente, vi uma pesquisa na qual um jovem pertencente à classe C/D e que não possui computador próprio havia comprado um iPhone de segunda mão (já tem gente vendendo iPhone usado por menos de R$ 500,00). Questionado sobre o motivo da escolha do iPhone, a resposta foi a seguinte: “Pra que comprar um computador?… O meu iPhone é um celular (inclusive, já fiquei com algumas meninas por causa dele), um MP3 Player e um computador com acesso à Internet grátis. É só usar o WiFi ao lado de cafés com redes abertas!â€

Não tenho dúvida que, no médio prazo, a “categoria iPhone†será uma categoria massificada, levando a reboque a explosão da Internet Móvel. No Reino Unido, por exemplo, o número de acessos à Internet por meio de dispositivos móveis cresceu 25% no terceiro trimestre de 2008 em relação ao mesmo período do ano anterior. Outro estudo, realizado pelo Pew Internet & American Life Project, aponta que o celular será o principal meio de acesso à Internet em 2020.

Daqui a pouco, não ter um site móvel será o mesmo que não ter um “site tradicionalâ€. Ou você acha que um site feito para uma tela de 15 polegadas vai ficar 100% legal numa tela de 3″? Os portais de conteúdo estão se mexendo: lançaram suas versões para iPhone e já estão vendendo espaço publicitário. Para os anunciantes é muito interessante, pois, para quem ainda não sabe, as taxas de clique em banner no celular gira em torno de 5%, uma enormidade perto dos 0,1% médio do banner na Web. Em uma tela pequena, o banner é muito mais visível, já que percentualmente ocupa um espaço maior que na Web!

Este é o cenário! As empresas que não estão preparadas já estão atrasadas e causam insatisfações em seus clientes. Infelizmente, ainda não consigo entrar no site do meu banco, porque o teclado virtual não funciona no iPhone. Enquanto eles não desenvolvem a solução, minha única saída é reclamar com o SAC, mas talvez o banco só vá se mexer quando o presidente tentar entrar no seu próprio site, pelo iPhone que ele ainda vai usar, e não conseguir.

Fonte:Mundo do Marketing, Marcelo Castelo.

written by roger

Jan 23

ESTAMOS CONTRATANDO CONTATO COMERCIAL, PARA ATUAR EM SOROCABA E REGIÃO, DESEJÃVEL VEÃCULO PROPRIO E EXPERIENCIA, OFERECEMOS: REGISTRO + COMISSÃO

ENVIAR CV PARA: COMERCIAL@MAKEWEB.COM.BR

written by roger

Jan 22

Muito tem se falado na redução de investimentos e no corte de custos diante da atual crise financeira global. Embora sejam ações próximas, é preciso entender suas diferenças e avaliar seus impactos com bastante cautela. Cortar custos deve ser interpretado apenas como o estímulo constante para o consumo consciente a fim de que não haja desperdícios. Já a redução de investimentos representa o “repensar†em algo antes muito necessário e que, agora, ainda precisa ser feito, porém com o dobro de resultados positivos.

É certo que, nos diversos setores da economia, as empresas tendem a se adaptar, gradualmente, aos impactos da crise, como já vem ocorrendo. Por outro lado, encontrar o equilíbrio exato do que deve ser reduzido ou cortado, sem exageros, tornou-se a grande discussão.

Antes de tudo, é preciso lembrar que as decisões sobre reduções de investimentos ou cortes orçamentários esbarram inevitavelmente em pontos cruciais. Um deles é o compromisso socioambiental declarado pelas empresas à sociedade. Afinal, políticas e iniciativas econômicas se pautaram historicamente pela larga utilização de recursos naturais visando o aumento da produção e, por conseqüência, a elevação do consumo e do lucro.

Neste novo cenário provocado pela crise, é imprescindível que as empresas focalizem as suas atividades para o desenvolvimento sustentável, que representa o meio para se alcançar a sustentabilidade, o fim do processo. Como dizem alguns especialistas, dentre os mais otimistas, um dia a crise vai terminar e o crescimento econômico será retomado. Confio nisso. Sendo realista, somente acrescento que teremos, até lá, um período bastante crítico com altos e baixos.

Se a empresa, hoje, tem uma real visão de futuro e mantém seu compromisso com a sociedade e com o meio ambiente, significa que está preocupada com o desenvolvimento sustentável. O caminho para a sustentabilidade passará pelos tais altos e baixos. Atitudes socialmente responsáveis, como sabemos, permeiam o pensamento de toda a organização e contemplam o relacionamento entre os diferentes níveis hierárquicos internos. Nesse contexto, as mesmas atitudes estão presentes no relacionamento com clientes, acionistas, fornecedores, governo e imprensa, além de outros stakeholders.

É nesse aspecto que a comunicação confirma a sua importância. Neste momento de crise financeira, uma atitude socialmente responsável é manter atualizado o diálogo com todos os públicos de relacionamento anteriormente citados. Seria questionável, assim, a redução do investimento em ações de comunicação – interna ou externa – justamente agora quando todos esses públicos mais necessitam de informações confiáveis das empresas.

As atividades que tornam as organizações competitivas em seu mercado são decorrentes da força produtiva e colaborativa das pessoas. A comunicação integra equipes e processos e percorre, portanto, todo o desenvolvimento que abre o caminho para levar as organizações à sustentabilidade. E, neste momento de crise, é fundamental que as empresas que prezam por uma conduta honesta, ética e aderente aos compromissos firmados com sua responsabilidade socioambiental e o seu desenvolvimento sustentável, mantenham esse diálogo aberto e constante com toda a sociedade.

É evidente que o investimento em comunicação, suas aplicações e impactos, tem um sentido bem mais amplo. Com a ausência de propaganda, por exemplo, aqui compreendida apenas como o esforço de comunicação das campanhas publicitárias, a própria sociedade poderia subentender que uma empresa, antes presente na mídia como anunciante, vem sucumbindo diante da crise. É por isso que, mesmo reduzindo seu investimento em publicidade, essa empresa deve ter claro em seu planejamento estratégico em quais canais continuará a manter a comunicação com seu público.

Reduzir o investimento em publicidade, sem saber aonde se pretende chegar, é um risco considerável à imagem da empresa e à marca. Se o objetivo é apenas cortar custos, fatalmente essa empresa estará também cortando um relacionamento que levou anos para ser construído. Diante disso, a crise pede, mais que nunca, por inovação. A empresa deve inovar em seus serviços e produtos ou mesmo em processos e relacionamentos. Investimentos em pesquisas também serão bem-vindos para apoiar o trabalho das equipes que inovam. Capacitar equipes será um diferencial para as empresas socialmente responsáveis que desejam continuar a trilhar o caminho da sustentabilidade.

Nada disto ocorrerá sem uma comunicação clara, focalizada nos mais diferentes públicos de relacionamento das empresas, alinhada a um planejamento adequado e orientado para o futuro. E o mais importante de tudo: com a valorização de todas as pessoas envolvidas neste processo.

Fonte:Mundo do Marketing, Luiz Santiago.

written by roger

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